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Seja Puta!

Livro • Literatura

Seja Puta!

Esta obra é um espelho incômodo, um soco de ironia e coragem contra o moralismo seletivo que atravessa séculos. Escrita com a força da repetição e a clareza da denúncia, reúne centenas de frases que desmontam, uma a uma, as contradições que a sociedade insiste em impor às mulheres. São 600 declarações irónicas que poderiam ser 6 mil, porque cada mulher carrega em si a experiência de ser julgada, vigiada e sentenciada apenas por existir. O livro é, ao mesmo tempo, um manifesto e um testemunho. Um manifesto porque grita contra o machismo estrutural, contra as tradições que ainda legitimam o insulto como forma de controlo. Testemunho porque cada frase ecoa vozes reais, histórias vividas, lágrimas engolidas e sorrisos mal interpretados. É impossível ler sem se reconhecer, seja como alvo ou como cúmplice de um sistema que naturalizou a violência simbólica. A repetição é propositada. Ela sufoca, cansa e irrita. Tal como o cotidiano de qualquer mulher que, a cada passo dado, precisa de enfrentar olhares, comentários, acusações disfarçadas de “preocupação” ou “brincadeira”. A estrutura em frases curtas torna o impacto direto: não há espaço para florzinhas, apenas para a crueza da verdade. A cada linha, o leitor confronta-se com a incoerência gritante: aquilo que nele é força, nela é fraqueza; o que nele é liberdade, nela é condenação. Mas a obra não é um lamento. É resistência. É um cântico à liberdade feminina, à coragem de ser e de existir mesmo quando o preço é o rótulo mais cruel. Ao assumir a ironia como linguagem central, o autor transforma insultos em munições, julgamentos em denúncias, dores em forças. No fim, a pergunta permanece latejando: por que a liberdade masculina é comemorada como poder, enquanto a liberdade feminina é condenada como um desvio? As respostas não estão no livro, porque não existem respostas fáceis. O que existe é o convite: olhar para dentro, desconstruir certezas, aprender a rir do ridículo e de um sistema que já não se sustenta. Mais do que uma leitura, esta é uma experiência. Um percurso de reflexão que incomoda, provoca e, sobretudo, liberta. Compre Diretamente ao Autor – Edição Especial Autografada Na opção "Compre Diretamente a Nós – Autografado", poderá adquirir uma edição especial de capa dura, cuidadosamente preparada para colecionadores e leitores que pretendem possuir um exemplar exclusivo, autografado pelo autor. Para conhecer o preço, disponibilidade e condições de envio, solicite informações através dos nossos contactos. Teremos todo o gosto em ajudá-lo.

Eu Sou o Supervisor Mor – Relatos de um Pseudo Chefe

Livro • Literatura

Eu Sou o Supervisor Mor – Relatos de um Pseudo Chefe

Este não é apenas um livro. É um grito. Um espelho. Uma gargalhada nervosa à custa de uma realidade que muitos conhecem... mas poucos têm coragem de dizer em voz alta. “Eu Sou o Supervisor Mor” é uma sátira feroz, hilariante e tristemente real sobre a figura mais temida e ao mesmo tempo mais ridícula da segurança privada: o supervisor que não supervisiona, que não apoia, que não sabe..., mas que manda. Ou pelo menos pensa que manda. Ao longo de 20 capítulos recheados de sarcasmo e verdade, este livro desmonta os comportamentos, tiques, frases feitas e atitudes dos “maus chefes” que só vestem a autoridade para se mostrarem superiores, mas que não fazem a mínima ideia do que estão a fazer. Falamos daquele supervisor que anda sempre de fato e gravata, mesmo em pleno verão, a desfilar como se estivesse num congresso da ONU. Que chega aos postos com cara de quem vem resolver o mundo, mas que só diz: “Então, tudo bem?” e desaparece em menos de dois minutos. Falamos do supervisor que nunca atende o telefone, mas exige relatórios em tempo real. Que passa horas no carro da empresa, a passear pelos cafés da cidade, enquanto os vigilantes pedem reforço e ficam a falar sozinhos. Falamos dos que não conhecem a Lei 34/2013, confundem “alvará” com “alvarenga” e acreditam que saber gritar é o mesmo que saber liderar. Dos que só aparecem para controlar horários, ameaçar colegas e fingir autoridade, mas que na prática não sabem preencher um auto de ocorrência. Falamos dos que engraxam os diretores como cães à espera de um osso. Dos que fazem da intriga um desporto e do boato uma ferramenta de poder. Que apontam dedos, inventam histórias, queimam colegas com falsas acusações e alimentam o caos para parecerem indispensáveis. Falamos dos que não ajudam, não ouvem, não apoiam. Supervisores que deviam ser o elo de confiança e proteção entre os operacionais e a chefia, mas que se tornaram o elo mais fraco, o mais inútil, o mais tóxico. Compre Diretamente ao Autor – Edição Especial Autografada Na opção "Compre Diretamente a Nós – Autografado", poderá adquirir uma edição especial de capa dura, cuidadosamente preparada para colecionadores e leitores que pretendem possuir um exemplar exclusivo, autografado pelo autor. Para conhecer o preço, disponibilidade e condições de envio, solicite informações através dos nossos contactos. Teremos todo o gosto em ajudá-lo.

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